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As vendas online [e ainda sobre a difícil arte de vender livros] #literaturainfantil #mercadoeditorial

 

 

As vendas pela internet são tímidas. Dizem que a prática ainda gera insegurança, principalmente em sites menores. Desde que lancei a primeira coletânea (em março) que venho lutando para aumentar as vendas – é onde eu sou recompensada, pois as livrarias me descontam 50% do preço de capa. Os preços dos livros já não são muito competitivos em produções independentes [pequena tiragem aumenta demais]. Mas é uma satisfação só quando recebo um pedido na loja virtual (http://omundocoloridodefrancisca.iluria.com/).

Até enfrentar a fila quilométrica do único posto dos Correios da minha redondeza é uma alegria! [Fecharam pelo menos 3 postos aqui pela vizinhança.]

Na segunda fiz a remessa dos livros da Paula, uma prima querida que fez parte da minha infância. Ontem os livros chegaram e ela dividiu esta foto comigo.

Adorei!!

Paula

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Refletindo sobre a dificuldade de vender livros

Após minha reflexão de ontem, dou de cara com um artigo da jornalista Ivani Cardoso, que tem uma coluna num site sobre o mercado editorial. Quem me deu a dica foi a amiga Gardênia, e as leituras têm sido muito úteis. Tiro dicas para postar nas redes sociais d´O mundo colorido de Francisca, além de ficar por dentro das notícias. Compartilho aqui trecho do artigo, para complementar meus pensamentos sobre a dificuldade de vender livros de forma independente no Brasil.

“Lançamentos acontecem por todos os lados. Só para dar uma ideia, a Livraria Cultura, em suas 15 lojas, em 2012, registrou 1.025 lançamentos e nos primeiros meses de 2013 o número já estava quase nos 400. As três livrarias da Martins Fontes (Avenida Paulista, Rua Dr. Vila Nova e Rua Mário Ferraz, na Casa do Saber) contemplam 42 eventos por mês. Já a Livraria da Vila nas seis lojas (em São Paulo e uma em Campinas, no Shopping Galleria) bate na marca de cerca de 100 lançamentos mensais.

Com tantos livros, autores e autógrafos, conseguir público e vender bem não é nada fácil. A primeira regra que deve ser cristalina para evitar qualquer tipo de dúvida é: quem faz o lançamento é o autor. Já vi ótimos autores em lançamentos vazios e autores desconhecidos envolvidos pelo carinho de muitos convidados animados, fila para autógrafos e muitos títulos vendidos.”
É bem por aí. Com o agravante de ser autora independente, pois na grande maioria das vezes os livros não ficam na livraria após os eventos. Cabe a mim bater de porta em porta para deixá-los em consignação, como foi o caso da Blooks Livraria e da loja infantil Mini Humanos. Agradeço aos amigos e amigas o carinho que venho recebido nesta minha aventura de fazer livros com a cara e a coragem.
Obrigada mesmo!!
E vamos em frente!

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