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Milkshakes fabulosos e um eucalipto arco-íris, a árvore de muitas cores

Sabe aqueles lugares que você só conhece com locais? Pois é… Robert is Here é um deles. No caminho dos Keys da Flórida (Florida Keys) está Robert, em Homestead, área agrícola antes de chegar em Key Largo, a primeira parada da viagem.

“Key West é a cidade mais distante das Keys, uma cadeia de 822 ilhas baixas (cerca de 30 delas são habitadas) que se estende do sudoeste de Flórida, no continente, até o Golfo do México. Famosas por serem o ponto mais meridional dos Estados Unidos, a cidade é tropical não só na sua localidade física, mas na sua atitude, que combina elementos do Caribe, da América Latina e dos Estados Unidos, proporcionando uma cultura relaxada, descontraída, ao estilo de uma boa margarita”, informa o site DiscoverAmerica.com.

Fabulosos milkshakes saem de sua ‘barraca de frutas’, como ele chama a loja da fazendinha nas cercanias do Parque Nacional dos Everglades. E foi lá que, me deliciando com um milkshake de strawberry blueberry, fiquei sabendo da existência do eucalipto arco-íris. Quase não acreditei quando vi, mas é real: uma árvore com o tronco todo colorido, como se alguém tivesse pintado o sete nela.

“O eucalipto arco-íris  [Eucalyptus Deglupta]  tem o tronco revestido por uma fina casca marrom que se desprende conforme a árvore cresce, revelando novas cascas multicoloridas de incrível efeito ornamental. As nuances de verde, amarelo, roxo, azul, laranja e rosa, entre outros tons, se tornam marrons ao amadurecer e se desprendem expondo novas cores, o que faz do tronco um espetáculo mutante, sempre com um novo colorido.” (1)

“A árvore antes cultivada somente para o uso industrial da produção de papel tem sido amplamente difundida para o uso ornamental em jardins públicos e privados ao redor do mundo inclusive no Brasil.” (2)

Fontes:

(1) Ciprest Plantas Nativas e Exóticas

(2) Verde Vaso

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Dicas para festas

O site The Knot tem vários brindes, ideias, doces, enfim, tudo para montar uma bonita festa.

Os Kisses® personalizados são uma gracinha, mas o que mais gostei mesmo foi dos topos de bolo divertidos, como o abaixo.

Foge não!

Outro mimo de morrer são os saquinhos de cetim, olha só:

Perfeito para amêndoas ou docinhos especiais.

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Café x Coffee

Brazilian Coffee X Starbucks Coffee

Esse é o Mellita Tradicional. Repare na 'maciez' do pó e na cor do filtro - como fica dourado! O cheiro é de enlouquecer também. Usei 1 colher de sopa cheia para uma xícara grande.

 

Aqui temos o Starbucks French Roast (não adianta mudar o tipo, já testei vários e são iguais). O filtro sai encardido, o pó é grosseiro e o cheiro tem um quê de pano molhado. Usei 3 colheres de sopa cheia para a mesma xícara grande.

 

Veja como o pó do Starbucks é esquisito. Nem parece café...

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A rua Esperança existe e fica em NY

Dia 31 fui encontrar a querida Adriana em Williamsburg (Brooklyn, NY) para passar o Ano Novo com ela e no caminho dei de cara com a Hope Street, do banner do meu post de Feliz Ano Novo! Com essa coincidência é ou não é para ter muita esperança?!
:)

Eu, chocada com a coincidência...

A esquina, em Williamsburg.

 

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Feliz Ano Novo!!

As melhores coisas de 2011!

 

 

1. Carolinas recheadas por Lulu Graciosa.

Se você estiver no Facebook, aqui está o link com o vídeo da receita.

As deliciosas carolinas recheadas ou profiteroles ;)

2. O vídeo caseiro que minha amiga Flavinha fez da nossa viagem à Europa! Perfeito e hilário!

Foi mal, mas não dá pra divulgar!

3. O nascimento da Oficina Compartilhada, blog de Prosas & Versos em parceria com a minha irmã caçula Gabish e o amigo Cid. Nos comprometemos a postar semanalmente e cumprimos. AMOR é o marcador campeão, seguido de CONSCIÊNCIA e CONFUSÃO/INSEGURANÇA… Não precisa explicar mais nada, precisa?! rs

Às vezes é uma merda, mas outras vezes é muito lindo! Vai lá! http://oficinacompartilhada.blogspot.com

Blog, Twitter e Facebook: adoramos escrever!

4. A pré-candidatura a vereador do meu amigo Fabiano Carnevale.

O cabeçalho do blog do Biano.

5. O bicentenário da Champagne Perrier Jouët que inspirou uma fase deliciosa da minha vida.


6. O post do Eat Girls sobre o famoso drink White Russian, eternizado pelo filme The Big Lebowski. Ultra divertido!

Muito bom, Dude!

7. A descoberta das maravilhas que Downtown Los Angeles guarda, especialmente o Restaurante e Bar Cole’s, que disputa com o Philippe o título de melhor French Dip Sandwich da cidade. O French Dip é um sanduíche de pão de sal recheado com muitas fatias de carne que se come mergulhando num caldo ralo de carne. É uma coisa de louco. Eu provei os dois e prefiro o Cole’s disparado. Além do mais, lá tem os melhores drinks preparados com muito capricho, os famosos Old Fashioned Drinks. Muitos bartenders que ganham concursos de drinks estão lá ou por lá já passaram. O site do Cole’s tem um vídeo engraçadinho explicando como se deve comer o French Dip. Vai lá!

Screen Shot do site do Cole’s.

8. A Primavera Árabe, o Movimento dos Indignados, o Ocupando Wall Street, o Movimento Estudantil Chileno, o Acorda Rio, a Marcha das Margaridas, e tantas outras ações importantes em prol da democracia.

Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

9. A série da HBO Game of Thrones. Imperdível. Que venha 2012!!!

Chega abril, chega abril!!

A nossa história não termina aqui!

Um 2012 maravilhoso para todos nós!

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Bugigangando em Long Beach

Esse verbo dá nó na língua!

Trailer de 1951 totalmente restaurado: US$ 4,500 (Long Beach Antique Mall #2)

Para quem gosta de um achado, a melhor coisa é bisbilhotar antiquários em busca de bugigangas do passado. Os californianos levam o assunto muito a sério e o site ShoppersMap reúne uma grande quantidade de endereços de brechós e antiquários da Califa.

O primeiro que visitei foi o Long Beach Antique & Collectible Mall no qual esbarrei enquanto procurava poltronas em Thrift Shops  (lojas muito populares nos arredores de Los Angeles e que na maioria das vezes estão ligadas à entidades de caridade). A coleção de discos de vinil deles é enorme e comprei o Made in the Shade, dos Rolling Stones, para o meu primo Rodrigo por US$ 4,35 – tem gente vendendo no eBay por mais de US$40. Os antiquários são ótimos para a compra de presentes!!

Fico doida, porque eles têm de um tudo, e adoro as divertidas tralhas coloridas dos anos 50. O dono está tão bem sucedido que abriu outro, o Long Beach Antique Mall #2, que visitei na semana passada depois de conferir o Warehouse 1333; que tem mais móveis do que antiguidades em geral e já não curto tanto.

Minhas peças prediletas são malas, máquinas de escrever, rádios e abajures; e saio fotografando tudo para poder ficar admirando depois. Normalmente olho, olho e não compro nada. Minhas últimas mudanças causaram tanto transtorno que ultimamente evito colecionar supérfluos. Só compro quando estou precisando.

Outro programa imperdível é o mercado de pulgas de Long Beach, Long Beach Antique Market, que é considerado um dos dez melhores dos Estados Unidos. Lá comprei um tapete persa lindo, em tons de laranja, por uma bagatela.

Confira as fotos no slideshow:

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Caminhada no parque de Malibu Creek

Para espantar a preguiça de um sábado eu e meu namorado resolvemos fazer uma caminhada no Malibu Creek State Park, que comemora 35 anos em 2011. O parque também é conhecido por ter sido cenário de diversas filmagens desde a era do cinema mudo (1919). Em 1946 a 20th Century Fox Studios comprou um terreno de 2.000 acres dentro do parque para montar um rancho de filmagem (shooting ranch) – que lá permaneceu até que o Estado da Califórnia comprou o terreno em 1974 para abrir o parque ao público dois anos mais tarde.

http://www.malibucreekstatepark.org/Elvis_-_LMT.jpg

Elvis Presley durante a filmagem de "Love Me Tender"

Toda as externas do programa de TV M*A*S*H também foram feitas no parque entre 1972 e 1983 e muitos dos turistas que lá chegam querem ver de perto o set de filmagem. Como a Natureza estava ‘engolindo’ o set, em  2007 ele foi restaurado – com o devido acompanhamento ambiental.

Malibu Creek é belíssimo, tem mais de 4.000 acres e nem parece que está a apenas 30 minutos da movimentada Los Angeles. Lá dentro é só verde para todo o lado. Os visitantes procuram o parque para caminhadas, mountain biking, escaladas, cavalgadas e camping, além de poderem mergulhar nos diversos lagos que ele oferece.

Como não tem banheiro para tudo quanto é lado eu fiquei economizando na ingestão de água e o corpo reclamou com câimbras na batata da perna direita. Porém, foi só fazer um pouco de alongamento e me hidratar um pouco mais para continuar a exploração numa boa.

O parque também oferece mesas de picnic que estão bem espalhadas, além de uma concentração de mesas cobertas na entrada do parque, ao lado dos banheiros.

Vista do restaurante Chart House, Malibu

Como não programamos picnic e já estávamos morrendo de fome, saímos de lá direto para o restaurante Chart House, na beira da praia de Malibu, que tinha uma vista incrível. Porém, a comida deixou a desejar.

Tirando o trio de sopas que oferecia creme de marisco, caldo de lagosta e gazpacho (Best of Soup: sampling of each: clam chowder, lobster bisque & gazpacho) não gostei do resto dos pedidos.

Shrimp Tempura Roll, Charter House-Malibu

O enrolado tempura de camarão (Shrimp Tempura Roll) quase não tinha o crustáceo dentro, além de o tamanho ser super deselegante de comer. Já as vieiras grelhadas (Pan Seared Scallops) estavam muito cozidas, e o arroz de açafrão que as acompanhava não me encantou nadinha.

A mágica ficou por conta da vista translumbrante e do Prosecco Santa Marguerita que foi servido com uma flor de hibisco comestível dentro! Adorei, principalmente porque o chá de hibisco gelado é uma das minhas novas manias. Como mimo de aniversário o restaurante dava de presente a taça comemorativa em que o drink era servido, que levei para casa como souvenir.

Aqui um pouquinho do que eu vi durante a minha visita ao parque:

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Miami não é South Beach

Então, odeia Miami por conta da superficialidade de South Beach?

Ou o destino para você significa escala para Orlando?

Pois bem, Miami pode ser muito, mas muito diferente do que é vendido pelas agências de viagens. A começar pelo evento de arte, Art Basel, que começou essa semana em Miami Beach (e arredores) no dia 06 e vai até amanhã.

Shepard Fairey & Obama

Eu tive a oportunidade de conferir de perto em 2009 no Design District, mas esse ano fiquei só paquerando na Web. O evento é incrível, tanto que eles chamam de ‘show’.

É como se o Arte de Portas Abertas de Santa Teresa se estendesse pelos bairros do Centro da Cidade do Rio de Janeiro, com direito a grafitagem de muros e diversos tipos de instalações em diferentes espaços urbanos.

O clima é descontraído e delicioso. Quando eu fui tinha um terreno baldio todo trabalhado nos artistas famosos como Shepard Fairey, aquele que fez o famoso cartaz de Obama – que vc pode conferir na foto e na entrevista que não consigo incorporar clicando AQUI. Muito bom. Eu tenho um bocado de fotos, mas com essa vida nômade os arquivos ficaram no Rio.

Agora vamos ao que interessa: gastronomia. Esse ano estive nos arredores do Design District aproximadamente duas semanas antes do Art Basel começar; acompanhando meu namorado, Dan, numa reunião com o ex-candidato a Prefeito de Miami Beach Steve Berke. Eles se conheceram em Los Angeles durante uma filmagem e o Dan acabou fazendo a identidade gráfica da campanha dele. O cara é muito divertido, até porque é um jovem comediante inteligente; e por isso chamou atenção da mídia aparecendo no Miami News Times, Maxim’s e New York Times.

Meu vídeo preferido é o que ele fez com o apoio dos tenistas.

O encontro foi marcado num restaurante/deli no Design District que não conhecíamos: The Cheese Course. O lugar é uma gracinha e já é uma rede com 6 restaurantes na Flórida: Coral Springs, Midtown Miami (aonde fomos), Boca Raton, Pinecrest (a inaugurar), Halllandale e Weston. Todo no estilo francês, com alto padrão de qualidade, e mais de 150 tipos de queijos do mundo todo. Fora os vinhos.

Uma perdição.

A fachada

Quando cheguei fiquei doida. Quem me conhece sabe da minha obsessão por cardápios. Já decorei uma mesa inteira com colagens de cardápios diversos… E posso passar uma noite inteira lendo o tal menu. Acho que foi por isso que quando comecei a cozinhar a ‘coisa’ veio fácil. Tem um cantinho aqui que arquiva sem eu saber direito.

Escolhi logo a Burrata porque vi na vitrine que estava derretendo de macia – eu podia sentir a cremosidade na minha boca, uma tentação sem precedentes – acompanhada de um vinho da Alsácia que adorei: Helfrich vin d’Alsace Riesling. Mais mineral e muito leve. Acabamos tomando 2 garrafas.

Olhando as opções, fiz uma lista do resto. Das carnes: Prosciutto di Parma (meu predileto, disparado) & Spanish Serrano Ham (mais ‘chiclete’, mas não menos saboroso). Dos queijos: Taleggio (‘Washed Rind’) & Tete de Moine (Semi-Duro). Apesar de sempre ter amado taleggio, principalmente em risottos, tive que pesquisar o que ‘Washed Rind’ significava exatamente e lá vai uma pequena explicação: esse tipo de queijo é banhado numa mistura de água salgada com vinho, brandy ou bebidas alcóolicas locais, o que faz com que não forme uma casca dura, tornando-os mais macios (tradução livre).

Confira a fonte:

Washed rind cheeses are typically bathed in a wash of salted water, wine, brandy or local spirits, according to the traditions of each region. This washing helps to break down the curd from the outside, gradually becoming a part of the cheese, rather than just a skin. The washing process helps cheeses to retain moisture, and develop a powerful flavor. Through this process, the cheese becomes soft, thick and brilliant often reddish or yellowish. Washed rinds cheeses typically present a paradox, in that their colorful, often pungent rinds contrast with beautifully smooth and creamy interior.

O Dan escolheu a ricota trufada, que adorei o sabor, mas não parecia uma ricota na aparência. Ricota no meu entender é um queijo não coagulado e magro. Esse era tão amarelo, duro e delicioso que penso ser impossível de ser incorporado numa dieta…

Enfim, venceu o paladar! E a má impressão ficou por conta do Tiririca, lembrado pelo nosso querido ‘ex-futuro-candidato’ a Prefeito de Miami Beach, que sabia de um comediante brasileiro que ganhou as eleições…

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Outra dica imperdível é o restaurante peruano em Downtown Miami Ceviche 105. Eu sou metida à besta a dizer que faço um dos melhores ceviches do Brasil. Tive um professor de espanhol peruano que me ensinou a receita. Hoje em dia ele diz que ceviche que se presta não usa tomate  – porque vira salada – e nem pimentões (porém eu tenho certeza de que tenho a receita com a letra dele inserindo todas as cores de pimentões possíveis…).

Ceviche 105: delicioso, apesar de barulhento. Minhas primocas Regina e Monica nos levaram e adorei a degustação de ceviches e batatas peruanas (alô, Juba! você iria amar!). Só não gostei do drink Piscojito, que foi muito recomendado. Achei doce.

Passei logo para uma taça de vinho branco.

Até o próximo post :)

Ceviches deliciosos! (fonte: http://www.ceviche105.com)

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¿Que Diabos? têm em Denver?!

Union State, LoDo District

Pois é… Fui parar no Colorado!

Tudo culpa da minha amiga Nina, que veio aos EUA de férias com os pais e me cutucou para encontrá-los em Denver. A capital do Colorado é muito limpa e no Centro tem muitos prédios antigos de tijolos aparentes – como o da foto ao lado da Union Station, primeira estação construída na cidade em 1881, na área de LoDo (lower downtown).

Um charme só!

LoDo é o coração da cidade, onde tudo começou. Hoje em dia o bairro é conhecido pela vida noturna e um exemplo de sucesso de revitalização e investimento urbano.

A 16th Street, rua principal, possui uma linha de ônibus gratuita para os transeuntes circularem e é cheia de restaurantes e lojas populares. Logo no primeiro dia partimos para a 16th e pegamos uma carona até Larimer Square. Essa rua é mais sofisticada, com boutiques exclusivas, cafés e restaurantes de dar água na boca. Na minha pesquisa pré-viagem achei a champanheria Corridor 44 que foi nossa primeira parada. Como era uma segunda-feira, a casa estava bem tranquila. Fui direto no escargot, que adoro! E escolhi uma degustação de espumantes rosés (acabei perdendo o cartão com os nomes da trilogia no meio da viagem, mas já entrei em contato para não deixar passar em branco minhas impressões).

Remember gentlemen, it’s not just France we are fighting for, it’s champagne! – Winston Churchill

Rioja e Corridor 44, Larimer Square

Ao lado do Corridor 44 fica o Rioja, um dos melhores restaurantes da cidade. Atmosfera agradável e bom papo com desconhecidos no bar. Tão bom que derrubamos 3 garrafas de vinho sem sentir e voltamos para o hotel muito satisfeitas.

Denver é na verdade muito gastronômica. Almocei no Panzano na 17th Street e foi uma experiência deliciosa. Primeiro escolhi Crespelle ai Funghi: Hazel Dell mushroom stuffed crepes, fonduta sauce and white truffle oil [sic]. Depois finalizei com o Capesante: Pan seared sea scallops with a sundried tomato and spicy salumi risotto, over a caper buerre blanc [sic]. Comi de joelhos. O crepe custou US$ 4,00 e a vieira US$ 6,00… Fiquei pensando no pastel da Casa Brasil na Praça São Salvador, ao lado da minha casa no Flamengo, RJ. Pastel safado, na maioria das vezes gorduroso e custa R$ 4,00. O Rio de Janeiro, realmente, não tá fácil.

Art grows out of each particular situation, and I believe that artists are better off working with whatever their environment throws up. El Anatsui

Denver também dá muito valor à Arte, oferecendo diversas galerias e museus. Tentamos entrar no recém-inaugurado Clyfford Still Museum, mas ele ainda não estava aberto ao público. Então fomos no tradicional Denver Art Museum, que tem um acervo pequeno, mas bastante diversificado.

O que mais me impressionou foi a exposição do artista contemporâneo El Anatsui, de Gana. Suas obras têm cunhos político, social e histórico e são, na maioria, construídas com panos e objetos colecionados como tampas de garrafas, envólucros dos gargalos de bebidas amassados e arames. Ou seja, transforma lixo em arte como o brasileiro Vik Muniz, que tem parte da sua coleção Earthworks (2002) também no mesmo museu.

Encontrei um vídeo com uma pequena entrevista sobre sua trajetória e a participação do artista na Bienal de Veneza de 2007 (infelizmente, sem legendas).

A Cow Parade também está por lá e encontrei 2 vaquinhas na 16th Street :)

Pensei logo na minha irmã caçula, que adora vacas. Abaixo um slideshow dos melhores registros, embora eu não seja uma fotógrafa muito boa, principalmente com a câmera terrível que insisto em não aposentar.

Dica imperdível: a casa de jazz, El Chapultepec. Uma portinha esquisita na Market Street que guarda grandes músicos. A revista americana Esquire resume bem: “El Chapultepec smells like New York, feels like New Orleans, and sounds like southside Chicago.” Por lá passaram mestres como Chet Baker, Stan Getz e …. Miles Davis!!!

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Joshua Tree: um final de semana no deserto

A quantidade de moinhos impressiona

Minha primeira aventura no deserto!! Nunca achei que pudesse gostar de turismo pederegoso. No caminho, uma quantidade considerável de moinhos de energia eólica enfeitam a paisagem.

O Parque Nacional de Joshua Tree é um dos cerca de 400 parques nacionais dos Estados Unidos e comemora em 2011 o seu 75o aniversário. Tem um total de 585,000 acres e é 80% selvagem, incluindo partes do Deserto do Mojave e do Colorado.

O selo comemorativo dos 75 anos do parque

Leva o nome da árvore de Joshua (ou de Josué) que é  uma espécie de cacto, encontrada quase que exclusivamente nesta área do Mojave. Enchemos um cooler de comidinhas e bebidas refrescantes para colocarmos o pé na estrada. Embora a primeira ideia fosse acampar, desistimos da aventura devido ao calor que ainda estava fazendo no início de setembro.E confesso que se acontecesse o tal acampamento seria minha primeira experiência na vida. Pasmem, nunca acampei.

Para a primeira noite reservamos a pousada The Joshua Tree Inn, na cidade minúscula de 29 Palms, no meio do deserto. O site não faz jus ao conforto do local, que tem o privilégio de possuir uma piscina bem grande (!). Depois vi que a página deles no Facebook tem fotos maravilhosas que passam a magia do lugar.

Joshua Tree

É administrado por um jovem casal Zen e o cara faz o próprio chai, o famoso chá indiano. Uma delícia e a garrafa térmica na sala do café está sempre cheia. Após fazermos o check-in procuramos um lugar para almoçar e achamos o Crossroads Cafe, pequeno e aconchegante. Escolhi Chicken-Cilantro Soup e depois dessa experiência só quero saber de canja com coentro!

O Museu

Um outro lugar gostoso que comemos foi o Joshua Tree Saloon e ao lado do restaurante uma surpresa: o mundialmente famoso Museu do Crochet!!

A segunda noite foi outra experiência fantástica, nos hospedamos no Hicksville Trailer Place. Uma pousada cujos quartos são trailers charmosos, cada um com uma decoração diferente. A figura que administra o lugar é um personagem que parece saído direto de um dos filmes do David Lynch e eles têm políticas severas de privacidade como ligar meia hora antes de chegar e não fazer check-in no Facebook ou no Foursquare…

Hicksville

Em 2009 a Revista TPM fez uma matéria sobre o deserto californiano que também dá algumas dicas interessantes. Leia aqui!

Não vejo a hora de voltar! O deserto deixou saudades!

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