Arquivo da tag: amor

Desabrochando #amor #vida #desejo #prazer #felicidade #esperança

Amor trancado, amor acordado: coração [sentimento], desejo [prazer] e alma [espírito] unidos em consonância.

Viver é bom, se com esperança.

Não tem que ser assim ;)

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Flores têm espinhos

Quando a flor desfolha…
É lágrima que rola
Noite afora
Pois o amor é agora

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.:. Um dos caminhos da falta .:. #amor #devaneio

A falta gera a busca. Um óbvio ululante diria Nelson Rodrigues. E seguindo na caminhada você acaba esbarrando em peças que vão formando o quebra-cabeça de seu existencialismo. A primeira peça? De William Kentridge, artista sul-africano. Um amigo fotografou e postou. A identificação foi imediata:

Screen Shot 2014-10-05 at 1.14.22 AM

Aí num dia nublado você encontra o print de cerca de 1 ano atrás. E separa. E edita. Os dias passam e você esbarra no print que está no desktop. Faz uma busca na internet. Encontra o blog www.thisisnthappiness.com. E a primeira postagem é uma pérola:

Make it happen

Aí você quer ver mais e vem uma pérola atrás da outra:

TalentBlood type

It's over

Shit

A expedição continua, e você dá de cara com isso:

Design Crush

Aí quer saber mais. Traduz e joga no Google. Encontra a tradução no Ursocongelado.

Busca

Dois ‘amigos’ curtiram a página. Um deles, completo desconhecido com interesses escrivinhantes como ponto em comum. A página do desconhecido amigo te guia até o www.blog-exestranhos.tumblr.com e você termina a busca do momento com a seguinte mensagem:

vida

Falta, logo eu busco.

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Quebra-cabeça #amor #devaneio

Senti você no banheiro
Retrato do tudo
Não tomei banho o dia inteiro
Meu corpo desnudo

Faço um monte de coisas quando não estou com você. Mas o que mais faço é dar voltas no mesmo lugar. Pra nunca parar de pensar no que seria te amar…

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Inspiração: o mergulho no eterno AMAR

A inspiração é uma Deusa. Sim! Mulher Divindade.
Um mito para quem não tem a genialidade do sacrifício.
E escreve quando tocado.
Uma doença, que só cessa quando expurgada cada palavra profunda e carnal, que chega perto do que sente as entranhas.
 
A inspiração não é o amor, é o amar.
É a dor lancinante do prazer que o amor provoca.
No momento de gozo carnal profundo.
O amor é fraternal. Nunca é amputado.
Vira cama pronta, numa casa segura.
 
Já o amar é lascivo.
Não encontra terreno confortável.
Encontra obstáculos e abismos escuros.
É o beijo roubado sendo reprimido.
As palavras sussurradas no ouvido…
 
A troca de fluidos com hora para acabar.
O olhar proibido da despedida, sem que a presença deixe cada pedaço; até que a última gota da taça de veneno adormeça a psique de quem padece.
Não encontra solidão no mundo dos mortais.
Pois é a solidão da alma, mente e espírito.
 
A inspiração é o amor com desejar, não tendo.
Sem AMAR é impossível desenhar a mais linda peça.
É impossível seguir em frente no escrever.
Pois a inspiração é a Deusa do amar, mesmo que doa.
Mesmo que cale.
 
Divindade do amar, mesmo que longe.
Serva do sentimento, mesmo escondido em cada canto.
Porque ela não morre, assim como o amar não morre.
A imagem do mergulho no vazio sem querer saber. Se ladrilho ou água.
Sem querer que acabe. A inspiração é uma Deusa.
 

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O amor, o escritor e o viajante

Ambos solitários, têm momentos de reflexão profunda. O escritor mergulha em seus pensamentos procurando as palavras certas para expressar aquilo que precisa, realidade ou ficção. O viajante, nômade, passeia de um lugar para outro, vivendo histórias passageiras que vão fazendo parte da sua própria história. O escritor inventa amores e sabores em forma de palavras. O viajante saboreia as diversas vidas e ama calado em suas distâncias. Ambos estão sozinhos com suas experiências. Ambos sofrem cada qual sua solidão particular. O escritor quando encontra o viajante quer ouvir suas histórias. O viajante quando encontra o escritor quer contar sua trajetória. Um alimenta o outro e ambos no fundo só querem amar. É o encontro de duas almas famintas. Um viaja nas possibilidades, revivendo e inventando, floreando e refazendo a realidade. E assim vive outras vidas. As suas e as outras. O outro viaja nas aventuras que vive em cada esquina que dobra, cada rosto que (re)conhece, cada canto e cada falta que sente do que ficou para trás. E no que sabe que deixará no momento seguinte. Vive a sua vida com os outros, passageiros, em sua vida que passa também. Vidas inquietas e apaixonadas pelo novo e pelo velho. Pelo que ficou e pelo que virá. Dentro de cada um deles existe uma caixinha dourada, fechada de encaixe, que abre com uma palavra mágica, e que está guardada dentro do coração. Aqueles que cruzam suas vidas penetram essa caixinha e têm os momentos mais belos gravados para sempre em suas almas. E toda vez que precisarem amansar a tristeza, basta eles olharem pra dentro da caixinha e usarem a palavra mágica para se confortarem. E a palavra mágica é somente AMAR.

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Suspiros ao vento

urca

E o Rio de Janeiro guarda doces segredos.

Suspirou. Inspiração profunda. Lamento doce e melancólico de tristeza, desejo, amor e saudades. A vida seria menos colorida com a partida dele. Coração marcado a ferrete. Escrava dos sentimentos, implorava secretamente por um acontecimento qualquer que tirasse ela da condição de subjugada. No entanto caiu na real que o acontecimento era ela própria. Deixar o tempo resolver nunca fez brilhar seus olhos. Dona da sua vida, corre atrás do que quer ou foge do que não quer. O amor sempre foi o mais importante em sua existência. Sabia que sofreria um bocado por ser mais coração. Isso já estava traçado em sua trajetória terrena. E o amor engaiolado não tinha valor pra ela. O bom de amar é o exercício do sentimento. Gritar aos quatro ventos e fazer o amor crescer. Isso sim ela queria. Amor engaiolado é sofrimento. E nasceu para sorrir. A vida seria menos colorida certamente, mas as pipas estão soltas no céu.

Anaïs Nin — ‘Throw your dreams into space like a kite, and you do not know what it will bring back, a new life, a new friend, a new love, a new country.’

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