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O mundo colorido com o Mar de Palavras em Portugal #LiteraturaInfantil #leitura #livro

O mundo colorido de Francisca

O mundo colorido de Francisca já está passeando em Portugal com a Penélope Martins e o Mar de Palavras. Obrigada pelas palavras, Penélope, porque é isso mesmo:

“a história segue rumo, somos lusófonos em diversas partes do globo e todos desejam a mesma coisa, saber ser feliz.”

Que o mês de dezembro venha com muitas mudanças positivas antecipando a chegada de mais uma virada. 2014, venha manso e alegre!!

Conheça o Mar de Palavras clicando AQUI.

MarPalavras

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Havana, Cuba: Congresso Internacional Leitura 2013 – Para ler o XXI #literatura #diversidade #inclusão #emoção #palavras #leitura

É com muita alegria que participarei do Congresso Internacional Leitura 2013 – Para ler o XXI Há que se conhecer as forças do mundo para colocá-las em movimento. Minha proposta é apresentar as ideias por trás do projeto dos livros d’O mundo colorido de Francisca, abordando, principalmente, a diversidade e a inclusão.

Meu foco é afetivo/atitudinal com o intuito de promover a valorização da diversidade. Entre os temas tratados nos livros publicados até o presente momento, destacam-se:

  • O respeito às individualidades (raça,etnia, idade, gênero);
  • As relações interpessoais de dependência e o respeito geracional (empatia, reconhecimento e valorização);
  • A diversificação dos núcleos familiares, introduzindo a criança a outras realidades;
  • A construção e reconhecimento da autoimagem e da identidade;
  • O novo papel da mãe com a emancipação da mulher para o trabalho;
  • A introdução da criança a diferentes culturas;
  • A relativização das definições de gênero;
  • O respeito aos animais e à Natureza;
  • A diversidade de sentimentos e a perplexidade da vida.

A intenção é que a coletânea seja trabalhada também nos possíveis desdobramentos, podendo abordar temas  muitas vezes considerados mais ousados, mas que são atuais e urgentes para a promoção de uma sociedade de mais amor e respeito.

Tratar da sexualidade, como o homoerotismo, casamento entre pessoas do mesmo sexo e a relativização ou quebra das normas de gênero; assim como a violência, adoção e finitude da vida, entre outros temas necessários.

Há tempos não me exponho para uma plateia, portanto vou respirar fundo e falar com o coração.  Minha proposta é, antes de tudo, afetiva. Acho que, desta forma, não tenho como me engasgar em conceitos.

Confira a programação completa em português na Revista Emília.

cartaz_Cuba

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Oficina de colorir no RJ dia 18 de maio

reserve a data!

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24 de abril de 2013 · 16:27

Aprender a desaprender [ou chega de mais do mesmo]

Vou começar a mensagem com uma das minhas citações preferidas, que ouvi durante uma aula de Educação para a Sustentabilidade durante o mestrado na Flórida.

“Uma mudança de consciência, que é vital para a mudança de comportamento, é muito difícil de alcançar e exige o processo desafiador e lento de desaprender e reaprender.”
Professor Robert Farrell
Florida International University

Hoje fazendo minhas pesquisas dei de cara com o blog de quadrinhos do Gus Morais, que me fez lembrar imediatamente do Professor Farrell. Gus é ilustrador de revistas e livros para diversas editoras e atualmente ilustra as tiras da seção “Bytes de Memória” publicada no caderno TEC da Folha de São Paulo.

gusmorais

Vale a pena ler a tirinha inteira, que nos faz sentir o cansaço de ter mais do mesmo.

Educação para a Sustentabilidade é educar para um mundo mais justo. Ela envolve os pilares econômicos, sociais e ambientais. O ato de educar vem recebendo cada vez mais críticas, entre elas destaco a falência do processo de aprendizagem: escolas consideradas “máquinas de triagem” ou reprodutoras do status quo….  Elas deveriam ser ferramentas de transformação social e se transformaram em uma fábrica de força de trabalho. Força essa utilizada por governos para a busca incessante pelo poderio econômico no mercado globalizado – escravizando e sufocando talentos individuais – e até mesmo a Guerra. Estamos no Século XXI, mas a Educação ainda está nos moldes ultrapassados. Continuamos formando gerações para servir este sistema econômico massacrante e injusto.

E com pouca capacidade crítica e de transformação…

Que tal começarmos a desaprender?

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Lançamento com oficina de colorir!!

Lançamento com oficina de colorir!!

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18 de março de 2013 · 18:41

Cores para todos os lados

Feliz ano novo!

O final de 2012 foi corrido. E que ano!! Mudanças radicais na vida pessoal, que trouxeram bastante estresse… Mas segui firme e cá estou.

Trabalho forte no mundo colorido de Francisca, meu projeto em gestação há dois anos e que vai nascer em 2013. Muito feliz e muito ansiosa com tudo!

Apresento aqui o site deste projeto independente. A ilustradora, Mariana Leme, encontrei virtualmente, através de um amigo. Estamos em plena sintonia e muito felizes com os resultados.

Visitem o site, que já está cheio de novidades coloridas:

http://omundocoloridodefrancisca.com/

CabeçalhoSiteFrancisca

Enquanto isso eu também estou colorindo a minha casa, para refletir essa atmosfera de cores ao longo de 2013, que com certeza trará ainda mais surpresas!

Vamos em frente!!

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Rio+20: Books on Sustainability

Descriptive Review*

Book

Plan B 4.0: Mobilizing to Save Civilization

by

Lester Brown

“The relationship between population and natural systems

 is a national security issue, one that can spawn

conflicts along geographic, tribal, ethnic, or religious lines”

Lester Brown

Lester Brown’s Plan B (2009) is about goals to stabilize climate and population, eradicate poverty and restore the earth’s damaged ecosystems. He does not focus on education, but on a change of the economy to move towards a path of sustainability. He thinks that governments should pay attention to two fundamental policy changes: restructuring taxes and reordering fiscal priorities. Brown says that the first political step to take action is to elect leaders who support positive environmental and social initiatives. And the first personal step is to pick an issue that is important and focus on educating yourself and others about it. The book is practical as it lays out a set of solutions.

Descriptive Review

Chapter 5 provides specific data on countries that are ahead on renewable energy.  It also gives general information about each of the energy types. According to Brown the shift to renewable sources of energy is moving at a pace and on a scale we could not imagine even two years ago. I was surprised to know that energy transition is under way. Plan B goal for developing renewable sources of energy by 2020 is to reduce worldwide net carbon dioxide emissions by 80% replacing all coal- and oil-fired electricity generation with renewable sources (wind, solar and geothermal energy). He says the shift is plausible, but we must do it in wartime speed.

Another chapter that caught my attention was chapter 7 on “Eradicating Poverty and Stabilizing Population”. The author cites “Bolsa Família”, a Brazilian program “that offers poor mothers up to $35 a month if they keep their children in school, have them vaccinated, and make sure they get regular physical checkups” (p. 169). As a Brazilian citizen, the issue here is that public services are chaotic in the country. To really increase health levels and for the program to be effective it is necessary that the Brazilian government provide more and better basic education, health services, welfare services and initiatives for inclusion in the labor market. The conditionalities can work as inducements but if the basic services are not offered, it does not make a real difference. Despite the popularity of the program, I consider it a palliative. It is necessary to adopt long-term measures to really end poverty and change the citizen’s life.

I read two articles recently that focused on how socioeconomic status can affect education. Tarabini’s (2010) text discoursed about education and poverty, while Marie et  al’s (2008) article discussed the roles of cultural identity and social disadvantage in educational achievement. I believe this is one more reason why poverty is on the top of the UN Millennium Development Goals. However, The Millennium Development Goals (MDGs) Report 2009 stated, “major advances in the fight against poverty and hunger have begun to slow or even reverse as a result of the global economic and food crises” (http://www.un.org/millenniumgoals/). The United Nations thinks the solution is to strengthen global cooperation and solidarity to reach the MDGs.

I truly rely on civic participation for the campaign to succeed. Unfortunately action is on the government’s hands, as Lester  Brown would reinforce “elect the right leaders”. There must be strong political commitment to really have a shift. I also believe that for a proposal like the United Nations’ MDGs to be fruitful, it should impose strict penalties against ‘violators’. A good example is the Kyoto Protocol. The Kyoto Protocol’s Compliance Committee decided to make the targets legally binding and enforceable. As Brown asserts poverty is inherited, he says that the solution to break the culture of poverty is education. Education has several impacts on eradicating poverty and stabilizing population. When female education rises, fertility falls. Basic education tends to increase agricultural productivity. And informing and educating the youth is more effective to conduct health campaigns to prevent diarrhea or AIDS, for instance.

Population growth and lack of resources, fertility rates and education, they are important issues for sustainable development and social justice. Brown thinks the most alarming trend in the world is population growth. Shrinkage of resources rises with population growth and is the main source of social tension leading to political tension, conflict, and social tragedy (Brown, 2009b). “The relationship between population and natural systems is a national security issue, one that can spawn conflicts along geographic, tribal, ethnic, or religious lines” (Brown, 2009b, para.11). All Plan B goals are connected, like the web of life. They are all social issues by nature and achieving them is achieving social justice. The actual economic model is the major villain of us all. As to Brown (2009) “Eradicating poverty is not only the key to population stabilization, political stabilization, and a better life, it also provides hope” (p. 242).

Brown suggests three models of social change: the catastrophic model, the gradual change model and the sandwich model of social change. I agree with the author that the sandwich model is the most attractive one. But if we do not awaken we will end up facing the catastrophic model. Since information is in the center of this big change Brown is addressing, I cannot help myself from interpreting his ideas into learning, learning, learning. He says we need to restructure the global economy immediately. And the most important thing we should do to start this is to get informed. Read about the social issues we have been facing and engage in social discussions.  If the jargon “think globally, act locally” is put into action, we can start the change. His analogy between World War II and the need for a change now is enlightening: “The United States completely restructured its economy within months once it decided to enter World War II, changing the course of the war. We, too, can change the world, but we need to start now”, Brown says.

I will graduate from my Master Degree in International/Intercultural Education wanting to change the World just like Lester Brown, at wartime speed. I started the courses last year in International and Multicultural Education and ended up falling in love with Global Change and Sustainable Futures. To know is to suffer, but more than that, knowledge inspires, sets us free and it is an addiction.

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* FLORIDA INTERNATIONAL UNIVERSITY /  COLLEGE OF EDUCATION / Miami, Florida / A paper submitted in partial fulfillment of the requirements of the course EDF 7937 to Professor Robert Farrell – Spring 2010

References

Brown, R. L. (2009b). When Population Growth and Resource Availability Collide. Earth Policy Institute. Retrieved September 18th, 2009 from http://www.earthpolicy.org/Books/Seg/PB3ch06_ss5.htm

Brown, Lester R. (2009). Plan B 4.0:  Mobilizing to Save Civilization.  Washington,

D.C.: Earth Policy Institute.

Marie, D., Fergusson, D. M., & Boden, J. M. (2008). Educational achievement in Maori: The roles of cultural identity and social disadvantage. Australian Journal of Education, 52(2), 183-196.

Tarabini, A. (2010). Education and poverty in the global development agenda: Emergence, evolution and consolidation. International Journal of Educational Development 30, 204-212.

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